Não podemos aceitar que nos formatem para sermos mulheres em serie.
Somos diferentes, somos gordas, magras, baixas, altas, negras, brancas, ruivas, azuis… somos mulheres e quero ser respeitada pelo que sou, não serei fabricada em serie.
Não podemos aceitar que nos formatem para sermos mulheres em serie.
Somos diferentes, somos gordas, magras, baixas, altas, negras, brancas, ruivas, azuis… somos mulheres e quero ser respeitada pelo que sou, não serei fabricada em serie.
“O capitalismo carregou para sobre os ombros da mulher trabalhadora uma carga que a esmaga; a converteu em operária, sem aliviá-la de seus cuidados de dona de casa e mãe.
Portanto, a mulher se esgota como consequência dessa tripla e insuportável carga que com frequencia expressa com gritos de dor e lágrimas.
Os cuidados e as preocupações sempre foram o destino da mulher; porém sua vida nunca foi mais desgraçada, mais desesperada que sob o sistema capitalista, logo quando a indústria atravessa um período de máxima expansão”. ( A. Kollontai in Comunismo e Família, 1920)
Frida e Panzón!